
Pequeno trecho, em português, do próximo livro (Atlas Shrugged) que vou ler, indicado pelo Ricardo Jordão.
Enquanto a produção era governada pela força, e a riqueza era obtida pela conquista, não havia muito que conquistar. No entanto, no decorrer de séculos de estagnação e fome, os homens exaltavam os saqueadores, como aristocratas da espada, aristocratas de estirpe, aristocratas da tribuna, e desprezavam os produtores, como escravos, mercadores, lojistas – industriais.
Para a glória da humanidade, houve, pela primeira e única vez na história, uma nação de dinheiro – e não conheço elogio maior aos Estados Unidos do que esse, pois ele significa um país de razão, justiça, liberdade, produção, realização.
Pela primeira vez, a mente humana e o dinheiro foram libertados, e não havia fortunas adquiridas pela conquista, mas só pelo trabalho, e ao invés de homens da espada e escravos, surgiu o verdadeiro criador da riqueza, o maior trabalhador, o tipo mais elevado de ser humano – o self-made man – o industrial americano.
Se me perguntarem qual a maior distinção dos americanos, eu escolheria – porque ela contém todas as outras – o fato de que foram os americanos que criaram a expressão “fazer dinheiro”. Nenhuma outra língua, nenhum outro povo jamais usara estas palavras antes, e sim “ganhar dinheiro”; antes, os homens sempre encaravam a riqueza como um quantidade estática, a ser tomada, pedida, herdada, repartida, saqueada ou obtida como favor.
Os americanos foram os primeiros a compreender que a riqueza tem que ser criada. A expressão ‘fazer dinheiro’ resume a essência da moralidade humana. Porém foi justamente por causa desta expressão que os americanos eram criticados pela culturas apodrecidas dos continentes de saqueadores.
Discurso do dinheiro, do Atlas Shrugged, de Ayn Rand. Em tempo, foi publicado nos anos 50 e tem 1.544 resenhas na Amazon, sendo mais de 800 com cinco estrelas.
Conheça mais sobre
[...] sabendo do livro Atlas Shrugged, minha próxima [...]
Olá ! Estou procurando “loucamente” este livro pra comprar…mas só encontro versões em inglês. Se souberes de alguma edição em português, por favor, divulgue pra gente !
abraço !
Fabi
Gostaria muito também de achar a versão em português desse livro, mas parece impossível.
Se alguem souber onde encontrar me avise por favor:
joaoaveiro@gmail.com
Pra ser sincero, um cara (procurador de livros) achou pra mim, mas me extorquiu pedindo quase 500 reias pelo livro! Prefiro ler em inglês se for esse preço ou até 1 terço disso…